Chega um momento em que perdemos tudo, menos a vida. Mas não desista se não existe luz no fim do túnel. A luz está em você!

No Brasil, por dia, 30 pessoas tiram a própria vida.

A grande maioria, de quase 80%, consiste em homens, entretanto, em relação a tentativas, as mulheres detêm 70% das estatísticas.

Há, pelo menos, um atentado à própria vida a cada hora, mas a ideia dessas pessoas não é acabar com a vida. Elas desejam é matar sua dor, entretanto, não é o que acontece.

A seguir, 10 pontos que provam que, mesmo quando não existe luz no fim do túnel, desistir da vida ainda é um péssimo negócio:

1- As dores emocionais não passam.

Tirar a própria vida, certamente, não acaba com suas angústias. O corpo para, mas a alma é imortal, por isso, acontece o contrário, você leva seus tormentos para a eternidade.

Consequentemente, eles se tornam muito mais pesados no plano espiritual.

2- É um ato cego.

A depressão cega em relação a suas capacidades e soluções. Desta forma, você se sente rejeitado por todos e sem importância, mas isso é uma visão distorcida causada por sua dor.

O que quero dizer é que você fica emocionalmente cego. Nem egoísta, nem covarde.

Talvez, não seja loucura também, mas, com certeza, jamais será um ato de alguém em seu pleno equilíbrio.

3- É um atentado à criação da vida.

Sem dúvida, tirar a própria vida é considerado um ato contra a Criação. É uma dívida espiritual difícil de se resgatar.

Como resultado, o fardo da escolha equivocada marca sua alma para sempre. Por isso, quando não aguentar mais o buraco no peito, não peça a Deus para morrer, pelo contrário:

Peça para viver bem! Por milagres e alegrias. Para que as melhores pessoas entrem em sua vida.

4- É uma derrota em outra dimensão.

Eventualmente, você pode perder o emprego, um amor ou uma oportunidade. São perdas importantes nesse ínfimo mundo da matéria, porém, cessar a própria vida é uma derrota muito maior em um plano muito superior.

Isso porque é a derrocada da alma que interfere no trabalho do plano espiritual e pode comprometer nossa alma na eternidade.

5- É ferida no coração de quem lhe ama.

Para quem ama, ver tal partida é uma facada no coração.

Pode ser a dor da rejeição ou de abandono ao desamparar quem contava conosco. Ou um tapa na cara de quem não nos dava o valor que a gente acreditava que merecia. Todavia, ficar satisfeito em causar remorso com a própria partida, é um ato hediondo de desespero e carência.

6- Sua alma pode entrar em um ciclo vicioso.

De certo, toda dor deve ser enfrentada.

Se você pegar outro caminho, o Universo o trará de volta a esse plano para vivenciar tudo novamente até aprende o que o sofrimento tem para lhe ensinar.

Desta forma, não há alternativa, senão enfrentar a vontade de ir embora desse mundo e evoluir no aprendizado que a situação vai lhe trazer.

7- É possível sair dessa situação vivo.

Surpreendentemente, existem milhares de variáveis inimagináveis, mas muito possíveis que podem transformar sua vida para melhor na próxima esquina.

Isto significa que a dor sempre passa.

É como aquela série de ondas gigantes que o surpreende no mar da vida, parecendo que vai afogá-lo, entretanto, mantendo a calma nos caldos que vai tomar, sairá vivo.

Exausto e ferido, porém, ainda com uma linda praia ao seu dispor.

8- É possível desapegar.

Sempre será possível deixar ir o que o faz querer desistir. Um momento difícil não define sua vida.

Desta forma, uma pessoa que o deixou, uma chance desperdiçada, uma fortuna perdida ou uma traição jamais serão maiores do que sua própria vida.

Certamente, haverá tempo para novas oportunidades e experiências.

Por outro lado, se desistimos, damos fim às futuras lindas possibilidades que a vida nos reservava.

9- O destino de quem tira a própria vida é duro.

O lugar para onde vão as almas suicidas é um lugar escuro, mau cheiroso e lamacento para onde os espíritos são sugados por uma força que lhes causa uma terrível sensação de desespero, angústia e dores horríveis como se brasas entrassem no peito.

Nenhuma dor da vida se compara ao que se sente naquele lugar.

10- Existe outra maneira de se comunicar.

Acima de tudo, ninguém precisa tirar a própria vida para dizer que sofre. Muitas vezes, problemas são tri dimensionados pela vaidade ou um sentimento de solidão.

Por isso, é importante conversar, pois é a chance de entender que as suas frustrações são muito maiores dentro da sua cabeça do que no mundo.

Então, desabafe!

Afinal, para que comunicar com a morte aquilo que pode comunicar com a vida?

E quando nada mais fizer sentido nesta vida, só lhe resta resiliência e a certeza de que um momento difícil não defini sua vida.

Assim, aguentar a angústia, torna-se sua única missão para evoluir a alma que o habita. Entenda que não existe luz no fim do túnel, ela está em você e brilha muito.

A partir deste entendimento, o que vier de bom é lucro. Nada mais precisa ser perfeito.

Apenas relaxe e viva um dia de cada vez sem o peso da obrigação de dar certo.

E, então, a vida, em sua simplicidade, poderá surpreender você e se tornar imperfeitamente maravilhosamente.

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Luciano Cazz
Luciano Cazz é formado em Comunicação, também ator e roteirista pela NYFA (New York Film Academy). Além de estudante de Psicanálise. Autor do livro A Tempestade Depois do Arco-íris.