Não escute as normas de felicidade que os outros impõem a você. Ouça o seu coração, pois é lá que está a voz de Deus, senhora dos desígnios do Universo e verdadeiro escritor da felicidade.

Vivemos em uma sociedade que adora ditar os padrões. Seja o capitalismo selvagem incutindo valores materiais que de fato nem existem, servindo apenas para atormentar a alma. Ou sejam as ideologias que regram o comportamento da humanidade e que nem sempre assertivas, traem nossos corações.

Muitas vezes, até nossos pais nos impõem mais do que educação ditando aquilo que devemos ou não fazer de nossas vidas.

Então, crescemos acreditando que o certo é ser aquilo que nos foi dito e imposto.

Aceitamos que as regras criadas de forma a controlar e padronizar a sociedade são as leis que regem a felicidade do mundo.

Mas estamos apenas presos em uma ilusão tão bem elaborada.

São valores que, de fato, não têm a mínima importância para a nossa vida se não somos verdadeiramente felizes.

A ter uma carreira de sucesso, casar e ter uma família bem-feita ou adquirir bens materiais é imposto um prazo de idade. Isso nos deixa extremamente ansiosos, angustiados e quase nos enlouquece ao ponto de que se não correspondemos, sentimo-nos um fracasso.

Imagine se afundar em depressão porque não alcançou aquilo que os outros esperavam de você. Isso é uma tremenda traição à própria alma. Porque ela é quem diz o que realmente é melhor para sua vida.

Não se culpe em fugir dos padrões. Em levar a vida que lhe contenta.

Em agir do seu próprio e peculiar jeito. Não faça com que as normas estabelecidas corrompam a sua dignidade e o seu destino.

A voz que dita a direção certa pelo caminho até a felicidade não vem de fora, e sim, lá de dentro do coração. Escute o sussurro dos anjos, pois temos um caminho próprio a percorrer nessa vida.

Somos únicos e carregamos nossos próprios desejos, anseios e sonhos.

Mas agir de acordo com o coração também significa estar no caminho do bem, da bondade. Ser verdadeiramente livre é fazer e ser o que se quer sem jamais desrespeitar ou pisar nos outros. Sempre levando em consideração os sentimentos e fragilidades alheios.

É como pegar um carro e escolher o destino de viagem que lhe couber e ir independente e absoluto, mas sem jamais infringir as leis de trânsito, porque o seu não é o único carro no tráfego da vida.

Feche os vidros, ligue o rádio e cante bem alto. Vá mais devagar se quiser, escolha uma outra estrada, dê uma parada se sentir vontade. Mas nunca se esqueça de respeitar a faixa de segurança, o sinal vermelho, pois optar por seguir seu próprio destino não quer dizer ser egoísta ou pensar só em si.

Por outro lado, abrir mão dos seus sonhos ou de quem você é para agradar os outros pode significar morrer mesmo estando vivo. Enquanto criar seu próprio destino significa permanecer no trilho da vida que o Universo, maravilhosamente, construiu para você cumprir sua missão aqui nesse mundo.

Portanto se você decidiu ser feliz é porque escuta o seu coração, e quem ouve o coração sempre segue os desígnios da alma.

Essa voz que magicamente sussurra direções dentro da sua mente é Deus. E Ele já traçou um lindo plano de felicidade para você. Apenas tenha fé e persistência.

Se o seu destino é a felicidade, porque se sentir mal por ser feliz?

Permita-se ter a melhor vida possível. O Universo agradece porque é o que você merece.

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Luciano Cazz
Luciano Cazz é formado em Comunicação, também ator e roteirista pela NYFA (New York Film Academy). Além de estudante de Psicanálise. Autor do livro A Tempestade Depois do Arco-íris.