Fazer mal aos outros é, na verdade, uma forma de se autoboicotar.

O sorriso de prazer na maldade é, sim, um convite à antipatia e ao rancor feito por alguém que tem a autoestima ferida e, por algum motivo, aprendeu que merece ser desprezado.

Um ciclo vicioso que afasta as pessoas dos seus sonhos e de quem mais estimam.

E existem diversas formas de fomentar o ódio alheio, dentre elas, estas 10:

1. Ser muito sincero

Sinceridade pode ser egoísmo e até pura maldade, mas, em alguns casos, é autoboicote. Isso porque usar a sinceridade como uma faca fere e afasta quem estimamos. Ponderar antes de falar evita que nosso inconsciente crie um ambiente hostil.

2- Estar sempre atrasado

Não cumprir prazos, compromissos e deixar as contas vencerem pode ser uma autossabotagem. Além da angústia, somos tachados de irresponsáveis e displicentes, mesmo que não seja a realidade. Cumprir compromissos e sua própria palavra é escolher estar em paz. E quem deseja uma vida de qualidade, não se atrasa em ser feliz.

3- Romper limites

Furar fila, estacionar na calçada, burlar regras e leis pode ser coisa quem tem baixa autoestima. São pessoas que ignoram placas de advertência para criar conflitos e se colocar, mais uma vez, na posição de vilão que tanto alimenta seu complexo de inferioridade.

4- Fazer piadinha inadequada

A intenção é agradar, mas é apenas uma autossabotagem inconsciente. É trabalhar pela sua própria derrota, mesmo quando o desejo consciente é de conquista. Então, avalie o momento e a intimidade e se realmente seu lado Costinha não é só mais uma arapuca do seu problema de autoestima.

5- Ser arrogante

Pense no desprezo que você sente por um ser arrogante. Pois é, algumas pessoas estão exatamente atrás disso. Elas acreditam que não merecem ser apreciadas e agem dessa forma para perpetuar o desafeto que algum dia aprenderam, até mesmo dentro de casa. Embora as faça sofrer, espalham prepotência e colhem o ódio que confirma o desvalor que acreditam ter.

6- Ser egoísta

Há quem racionalize uma vantagem em ser egoísta com a finalidade inconsciente de afastar as pessoas. Então, se dar bem mascara o real objetivo de ser odiado. Fazer o bem pode, inclusive, levantar a autoestima. Então, deixe seu bom coração falar mais alto!

7- Ter relacionamentos destrutivos

Há sempre uma desculpa, às vezes, até fora de lógica para perdoar e continuar no ciclo vicioso e infeliz de um relacionamento destrutivo quando nosso inconscientemente procura um parceiro que nos faça mal. Insistir em conviver com essas pessoas é a maneira mais comum de sabotar sua felicidade. Escolha não sofrer.

8- Comer demais

Que tentação! A culpa parece ser desse delicioso docinho cheio de leite condensado, mas não é. Não sendo ansiedade, é só uma maneira de nos mantermos indesejáveis ou prejudicar nossa saúde. Sim, comer mal e descontroladamente pode ser mais uma estratégia de autopunição do seu inconsciente. Comer com equilíbrio é um ato de amor-próprio.

9- Sadismo

A ideia comum é que o prazer de uma pessoa cruel é o sofrimento do outro, mas estamos enganados. O principal objetivo do sádico é o sentimento de desprezo que sua vítima desenvolve. Todo perverso é um masoquista enrustido.

10– Fazer escolhas erradas

Geralmente nos damos conta de que fizemos a escolha errada. “Eu sabia que ia dar errado”. E sabia mesmo. Apenas não conseguiu escolher aquele caminho que lhe fizesse bem. Fica difícil entender a razão da nossa própria escolha. Repetimos a nós mesmos… “Por quê? Por quê?” Sem nos darmos conta daquela inerente mania de acreditar que não merecemos a melhor opção: ser feliz.

Mas esqueça o que você passou, o que fizeram ou disseram a você.

Relaxe o seu coração. Supere o ímpeto de provocar o outro. Você merece ser feliz, mesmo que não esteja acostumado, pois é muito mais incrível do que imagina e extremamente capaz de conquistar seus sonhos e merece ser amado sem medo.

Jamais deixe alguém lhe dizer ao contrário, nem mesmo VOCÊ.

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Luciano Cazz
Luciano Cazz é formado em Comunicação, também ator e roteirista pela NYFA (New York Film Academy). Além de estudante de Psicanálise. Autor do livro A Tempestade Depois do Arco-íris.