A principal batalha em sua vida é aquela contra seus próprios monstros. Porque não importa o que aconteça, é impossível fugir de si mesmo.

Você é seu melhor amigo ou seu pior inimigo?

Para e pense se as suas atitudes jogam contra ou a seu favor e terá a resposta.

Ao compreender seu papel nas consequências de sua vida, conseguirá perceber que a sua principal guerra não é contra o mundo, mas contra si mesmo. Você não pode controlar os acontecimentos de fora, mas é dono do seu mundo interno, por mais difícil que seja manter o controle.

Podemos perder para a fraqueza, outrora para a maledicência ou para o equilíbrio. São tantas forças opostas ao nosso bem que se faz preciso muita força de espírito para ganhar essa luta entre quem a gente é hoje contra quem queremos nos tornar.

Será que você consegue?

Veja algumas atitudes que você deve evitar para não se tornar seu maior inimigo.

1. Agir pelo mal

Somos humanos e isso nos torna suscetíveis a ter ímpetos do mal. A atitude que faz a diferença na alma é aceitar que não somos de todo bons e, então, vencer esse sentimento lutando contra os pensamentos e atitudes de maldade e substituindo-os pelo que nos acrescente paz.

2. Perder para o temperamento

Existem pessoas que conseguem nos tirar do sério e sempre haverá. Nossa batalha está em favor da paciência. Respirar fundo e, em vez de responder de imediato, distrair a mente colocando o foco para bem longe da situação. É difícil, mas a recompensa de não revidar uma provocação é maravilhosa e eterna.

3. Cometer um erro evitável

Todos nós sabemos o que é certo e errado. Entretanto, muitas vezes, a impulsividade ou a irresponsabilidade faz com que avancemos além dos limites das pessoas, da ética e até mesmo dos nossos próprios princípios. Mas as consequências são tão problemáticas e acumulativas que nenhum ato desses vale a pena.

4. Ter pensamentos negativos

Sobre alguma situação, alguém e até sobre nós mesmos. Quando os pensamentos ruins brotam na mente é hora de entrar na briga e expulsá-los da nossa vida. Faça um esforço. Eles vão voltar. Continue buscando pensamentos bons. Escute uma música, mas não desista. Você precisa pensar o bem para ser feliz.

5. Desvalorizar a si mesmo

Tire da sua cabeça toda a ideia de que você não tem capacidade. Que seu valor é inferior ao dos outros. E, também, pare de verbalizar tais blasfêmias contra si mesmo. Foque nas suas qualidades e em planos para superar defeitos. Jamais perca essa batalha porque ninguém vai conseguir lhe colocar para cima se você vive se colocando para baixo.

6. Falar mal dos outros

É uma tendência de quem foi ferido. Diminuir ou expor o outro é uma forma de aliviar a dor, mas isso não cura o coração, apenas o engana e traz uma energia muito ruim para a nossa vida. Por isso se policie. Toda vez que for falar algo negativo, segure o ímpeto. Seja forte.

7. Agir com insegurança

Existem medos que nos alertam, mas há aqueles que são invenções da nossa cabeça ou criados a partir de ideias e traumas. Eles nos deixam desestabilizados diante de situações difíceis. Superar a insegurança é soltar as amarras que nos impedem de ser feliz. Acredite em você mesmo.

8. Vitimizar-se

Vitimizar-se é um pedido de socorro. É uma forma de demostrar nossa carência e solidão. Às vezes, não nos sentimos tão vítimas, apenas queremos atenção.

Mas antes de vencermos a dor da vida é preciso que a gente pare de falar do quanto somos sofredores. Se algo dói, procurar uma ajuda real é o ideal. Complacência dos outros não cura ferida, apenas prolonga sofrimentos e nos faz realmente vítimas, porém, de nós mesmos.

Acreditar em si nos torna mais fortes porque, quando entramos em sintonia com nós mesmos e entendemos as demandas do Universo, a gente se torna nosso maior aliado.

É o primeiro passo para o equilíbrio, porque ninguém é feliz em guerra consigo mesmo.

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Luciano Cazz
Luciano Cazz é formado em Comunicação, também ator e roteirista pela NYFA (New York Film Academy). Além de estudante de Psicanálise. Autor do livro A Tempestade Depois do Arco-íris.